A dolente chama
Um dia se apaga,
Porque só divaga
O achar que se ama;
A suave harmonia
Sempre se dilata
Por dentro da mata
Como o nascer do dia .
Uma flor que nos afaga,
Uma natural simpatia,
Notas de melodia
Que se propaga;
Uma pura cantata
Que parece fugidia,
Mas espera luzidia
Nossa voz sensata,
Inaudita . . .
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