Põe as tuas mãos sobre as tuas próprias mãos
E livra-te de todas as armas que te fazem segurar,
Não mates nada mais do que teus íntimos senãos
E despe-te de toda palavra mais pesada que o ar.
Anuncia a chegada de ti próprio a ti mesmo
E canta a liberdade que só no âmago encontras,
Abre-te o teu milhão de defeitos a esmo
E, como um Deus, cura todas as tuas sombras.
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