segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Poema Infinito

(De Nascer e Morrer)


Quem sabe
As minhas palavras
Se tornem anjos decaídos
Quando retiradas do céu
Que é meu peito
E encarnadas
Em teu ouvido
Terrestre . . .

Quem sabe
Elas morram
Sem saída,
Tenham
Que tentar
Sobreviver
Aí dentro
De teu mundo
Intragável . . .

Quem sabe
As minhas palavras
Se tornem anjos redimidos
Quando retiradas do inferno
Que é meu centro,
Desencarnadas
Pelo teu ouvir
Sincero. . .

Quem sabe
Elas saiam
Muito aflitas
Daqui dentro
Do meu peito
Para serem
Mais bonitas
No teu coração
Sensível . . .

4 comentários:

  1. Sensível poema. Poeta sensível! Bonitas palavras! ARRAZOUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!!!!!!!!!!!!!!!!!!Meu gênio! Uuso essa nomenclatura para te irritar rsrsrs, pois sei que você detesta essa denominação. Mas você o é, ta? É fato.)

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  2. Obaaaaa.... agora teremos mais acesso... !!!
    Parabéns... menininho talentoso!

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  3. é insustentavel a leveza do ser , num é ? rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr
    Sempre fico com gosto de ver suas palavras para o público popular , eu fico com esta sensação, necessidade e q as pessoas saibam , ouçam, sintam .... Continue !!!!
    Evoé!!!!!

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